Caranguejo por Paulo Cardoso Planeta regente: Lua Planeta em exaltação: Júpiter Elemento: Água Qualidade: Cardeal Palavras-chave: tenacidade, emoção, família.
O Caranguejo, que pertence ao elemento água, é protector, sensível, intuitivo, receptivo e fantasista.
Uma das suas mais fortes características é servir de abrigo, de sustento, de âncora, de suporte e de refúgio para os outros.
Os medos dos nativos de Caranguejo são motivados pela sua elevada emotividade, o seu fundo intuitivo, a sua vida interior, a sua infinita receptividade.
Incansáveis lutadores pela defesa do seu património, associam a necessidade de segurança ao seu espírito combativo.
A hospitalidade, a fidelidade, a memória e a vontade de sonhar chegaram a este signo e criaram raízes. A partir daí, os nativos deste signo passaram a gostar de conservar, a encher a casa de objectos, a idealizar situações e a proteger… mesmo aqueles que não lhes pedem protecção.
A casa, a segurança e o instinto são alguns dos mais importantes alicerces da personalidade do Caranguejo. A sua receptividade transforma-se em grandes lagos de emoções.
Ele tem espírito de clã, gosta de congregar os outros em seu redor e tem um forte sentido de hospitalidade. A sua casa dá-lhe segurança e representa também para os outros um refúgio seguro e acolhedor.
Já tentou imaginar quais as partes da casa que têm mais a ver com este signo? Não? O Caranguejo está intimamente ligado ao lar, à família, à fecundidade, à sobrevivência. Daí que numa casa, a cozinha e a sala de jantar sejam referências muito especiais para ele.
Os nascidos sob o signo de Caranguejo gostam de receber e proteger. São exímios nas profissões onde se alimenta, se apaparica
E apesar de tudo, ainda sou a mesma! Livre esguia, filha eterna de quanta rebeldia me sagrou. Mãe-África! Mãe forte da floresta e do deserto, ainda sou, a Irmã-Mulher de tudo o que em ti vibra puro e incerto...
A dos coqueiros, de cabeleiras verdes e corpos arrojados sobre o azul... A do dendém nascendo dos abraços das palmeiras...
A do sol bom, mordendo o chão das Ingombotas... A das acácias rubras, salpicando de sangue as avenidas, longas e floridas...
Sim!, ainda sou a mesma. A do amor transbordando pelos carregadores do cais suados e confusos, pelos bairros imundos e dormentes (Rua 11!...Rua 11!...) pelos meninos de barriga inchada e olhos fundos...
Sem dores nem alegrias, de tronco nu e musculoso, a raça escreve a prumo, a força destes dias...
E eu revendo ainda, e sempre, nela, aquela longa história onconsequente...
Minha terra... Minha, eternamente...
Terra das acácias, dos dongos, dos colios baloiçando, mansamente... Terra! Ainda sou a mesma. Ainda sou a que num canto novo pura e livre, me levanto, ao aceno do teu povo!
Não percebi muito bem esta coisa da "Luna", como é? Vou ficar referenciada assim? Seja como for. Se a rosa tivesse outro nome, não deixaria de ser rosa, pois não? Por isso, um nome não significa grande coisa. Se for Luna, que seja, se estou a usar o nome de outra pessoa que já cá ande, peço desculpas e garanto que não é intencional. A minha desculpa foi não ter resistido a este belíssimo poema, julgo que da Alda Lara com que a manuela brindou este espaço. Adorei relê-lo e sentir-me transportada não só no espaço para as terras de Angola, mas também no tempo... ao tempo das acácias em flor e das casuarinas esguias e tímidas que seguravam as areias do "meu" deserto distante. Obrigada por este cheirinho de passado feliz, manuela. A gente vai-se vendo por aí. fl
Caranguejo
ResponderEliminarpor Paulo Cardoso
Planeta regente: Lua
Planeta em exaltação: Júpiter
Elemento: Água
Qualidade: Cardeal
Palavras-chave: tenacidade, emoção, família.
O Caranguejo, que pertence ao elemento água, é protector, sensível, intuitivo, receptivo e fantasista.
Uma das suas mais fortes características é servir de abrigo, de sustento, de âncora, de suporte e de refúgio para os outros.
Os medos dos nativos de Caranguejo são motivados pela sua elevada emotividade, o seu fundo intuitivo, a sua vida interior, a sua infinita receptividade.
Incansáveis lutadores pela defesa do seu património, associam a necessidade de segurança ao seu espírito combativo.
A hospitalidade, a fidelidade, a memória e a vontade de sonhar chegaram a este signo e criaram raízes. A partir daí, os nativos deste signo passaram a gostar de conservar, a encher a casa de objectos, a idealizar situações e a proteger… mesmo aqueles que não lhes pedem protecção.
A casa, a segurança e o instinto são alguns dos mais importantes alicerces da personalidade do Caranguejo. A sua receptividade transforma-se em grandes lagos de emoções.
Ele tem espírito de clã, gosta de congregar os outros em seu redor e tem um forte sentido de hospitalidade. A sua casa dá-lhe segurança e representa também para os outros um refúgio seguro e acolhedor.
Já tentou imaginar quais as partes da casa que têm mais a ver com este signo? Não? O Caranguejo está intimamente ligado ao lar, à família, à fecundidade, à sobrevivência. Daí que numa casa, a cozinha e a sala de jantar sejam referências muito especiais para ele.
Os nascidos sob o signo de Caranguejo gostam de receber e proteger. São exímios nas profissões onde se alimenta, se apaparica
"ANGOLANO"
ResponderEliminarSer angolano é meu fado, é meu castigo
Branco eu sou e pois já não consigo
mudar jamais de cor ou condição...
Mas, será que tem cor o coração?
Ser africano não é questão de cor
é sentimento, vocação, talvez amor.
Não é questão nem mesmo de bandeiras
de língua, de costumes ou maneiras...
A questão é de dentro, é sentimento
e nas parecenças de outras terras
longe das disputas e das guerras
encontro na distância esquecimento!
Neves Sousa
"PRESENÇA AFRICANA"
ResponderEliminarE apesar de tudo,
ainda sou a mesma!
Livre esguia,
filha eterna de quanta rebeldia
me sagrou.
Mãe-África!
Mãe forte da floresta e do deserto,
ainda sou,
a Irmã-Mulher
de tudo o que em ti vibra
puro e incerto...
A dos coqueiros,
de cabeleiras verdes
e corpos arrojados
sobre o azul...
A do dendém
nascendo dos abraços das palmeiras...
A do sol bom, mordendo
o chão das Ingombotas...
A das acácias rubras,
salpicando de sangue as avenidas,
longas e floridas...
Sim!, ainda sou a mesma.
A do amor transbordando
pelos carregadores do cais
suados e confusos,
pelos bairros imundos e dormentes
(Rua 11!...Rua 11!...)
pelos meninos
de barriga inchada e olhos fundos...
Sem dores nem alegrias,
de tronco nu e musculoso,
a raça escreve a prumo,
a força destes dias...
E eu revendo ainda, e sempre, nela,
aquela
longa história onconsequente...
Minha terra...
Minha, eternamente...
Terra das acácias, dos dongos,
dos colios baloiçando, mansamente...
Terra!
Ainda sou a mesma.
Ainda sou a que num canto novo
pura e livre,
me levanto,
ao aceno do teu povo!
Não percebi muito bem esta coisa da "Luna", como é? Vou ficar referenciada assim? Seja como for. Se a rosa tivesse outro nome, não deixaria de ser rosa, pois não? Por isso, um nome não significa grande coisa. Se for Luna, que seja, se estou a usar o nome de outra pessoa que já cá ande, peço desculpas e garanto que não é intencional.
ResponderEliminarA minha desculpa foi não ter resistido a este belíssimo poema, julgo que da Alda Lara com que a manuela brindou este espaço.
Adorei relê-lo e sentir-me transportada não só no espaço para as terras de Angola, mas também no tempo... ao tempo das acácias em flor e das casuarinas esguias e tímidas que seguravam as areias do "meu" deserto distante.
Obrigada por este cheirinho de passado feliz, manuela.
A gente vai-se vendo por aí.
fl